E lá se vão 200 posts nessa bagaça. Vamos comemorar uma uma singela lista, com 200 dos nomes mais representativos da história do Rock. Nem é preciso falar que esse número é muito pequeno, e que injustiças vão acontecer, mas vamos fazer mesmo assim. Novamente, vale lembrar que a ordem dos nomes é aleatória, e os números servem apenas para organizar os nomes. Vamos a eles:
1- Cliff Burton (baixista do Metallica)
2- Ozzy Osbourne (vocalista do Black Sabbath e dono de uma carreira solo espetacular)
3- Ronnie James Dio (vocalista do Rainbow, Black Sabbath e dono de uma carreira solo espetacular)
4- Paul Stanley (vocalista e guitarrista do Kiss)
5- Dave Mustaine (vocalista e guitarrista do Megadeth)
6- Max Cavalera (vocalista e guitarrista do Sepultura, Soulfly e Cavalera Conspiracy, entre outros projetos)
7- Steve Harris (baixista do Iron Maiden)
8- Andre Matos (vocalista do Viper, Angra, Shaman e com uma ótima carreira solo)
9- Eddie Van Halen (guitarrista do Van Halen, sempre citado nas listas de melhores guitarristas da história)
10- Bon Scott (vocalista do AC/DC)
11- Lemmy (baixista e vocalista do Motorhead)
12- Tony Iommi (guitarrista do Black Sabbath)
13- James Hetfield (vocalista e guitarrista do Metallica)
14- Rob Halford (vocalista do Judas Priest)
15- Axl Rose (vocalista do Guns N'Roses)
16- Nikki Sixx (baixista do Motley Crue)
17- Brian May (guitarrista do Queen)
18- Neil Peart (baterista do Rush, e considerado por muitos o maior de todos os tempos)
19- Robert Plant (vocalista do Led Zeppelin)
20- Paul McCartney (Beatles)
21- Keith Richards (guitarrista dos Rolling Stones)
22- Tom Araya (baixista e vocalista do Slayer)
23- Chuk Billy (vocalista do Testament)
24- Andreas Kisser (guitarrista do Sepultura)
25- Rafael Bittencourt (guitarrista do Angra)
26- Freddie Mercury (vocalista do Queen)
27- Alice Cooper
28- Cronos (vocalista e baixista do Venom)
29- Tom Angelripper (vocalista e Baixista do Sodom)
30- Mille Petroza (vocalista e guitarrista do Kreator)
31- Geezer Butler (baixista do Black Sabbath)
32- Gary Holt (guitarrista do Exodus e agora do Slayer também)
33- Danzing (vocalista do Misfits)
34- Joey Ramone (vocalista dos Ramones)
35- João Gordo (vocalista do Ratos de Porão)
36- Kurt Brecht (vocalista do D.R.I)
37- Klaus Meine (vocalista do Scorpions)
38- Jimmy Page (guitarrista do Led Zeppelin)
39-Bill Ward (baterista do Black Sabbath)
40- Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden)
41- James Labrie (vocalista do Dream Theater)
42- Layne Staley (vocalista do Alice in Chains)
43- John Lennon (Beatles)
44- Roger Waters (baixista do Pink Floyd)
45- Phil Anselmo (vocalista do Pantera)
46- Eddie Vedder (vocalista do Pearl Jam)
47- Jon Bon Jovi (vocalista do Bon Jovi)
48- Slash (guitarrista do Guns N'Roses, Velvet Revolver e carreira solo)
49- Adrian Smith (Guitarrista do Iron Maiden)
50-Antony Kieds (vocalista do Red Hot Chili Peppers)
51- Joe Strummer (vocalista e guitarrista do The Clash)
52- Jim Morrison (vocalista do The Doors)
53- Jerry Cantrell (guitarrista do Alice In Chains)
54- Mick Mars (guitarrista do Motley Crue)
55- Mike Muir (vocalista do Suicidal Tendencies)
56- Kiko Loureiro (guitarrista do Angra)
57- John Bonham (baterista do Led Zeppelin)
58- John Paul Jones (baixista do Led Zeppelin)
59- Marcel Shirmer (baixista e vocalista do Destruction)
60- Geddy Lee (vocalista e baixista do Rush)
61- Zekk Wylde (guitarrista do Ozzy Osbourne e guitarrista e vocalista do Black Label Society)
62- Randy Rhoads (guitarrista do Ozzy Osbourne)
63- Robert Trujillo (baixista do Metallica, Suicidal Tendencies, Ozzy Osbourne, entre outros)
64- Lars Ulrich (baterista do Metallica)
65- David Ellefson (baixista do Megadeth)
66- Dave Lombardo (baterista do Slayer)
67- John Petrucci (guitarrista do Dream Theater)
68- Gene Simmons (baixista e vocalista do Kiss)
69- Ace Frehley (guitarrista do Kiss)
70- Roosevelt Bala (vocalista e baixista do Stress)
71- Marcos Dantas (guitarrista do Azul Limão, X Reted e Metalmorphose)
72- China Lee (vocalista do Salario Minimo)
73- Helcio Aguirra (guitarrista do Harppia e Golpe de Estado)
74- Joe Elliot (vocalista do Def Leppard)
75- Jhonny Ramone (guitarrista dos Ramones)
76- Dee Dee Ramone (baixista dos Ramones)
77- Angus Young (guitarrista do AC/DC)
78- Malcolm Young (guitarrista do AC/DC)
79- Duff McKagan (baixista do Guns N'Roses)
80- Dimebag Darrell (guitarrista do Pantera)
81- George Harrison (Beatles)
82- John Deacon (baixista do Queen)
83- Joe Perry (guitarrista do Aerosmith)
84- David Coverdale (vocalista do Deep Purple e Whitesnake)
85- Ritchie Blackmore (guitarrista do Deep Purple)
86- Steven Tyler (vocalista do Aerosmith)
87- David Gilmour (vocalista e guitarrista do Pink Floyd)
88- Rick Aleen (baterista do Def Leppard)
89- Vivian Campbell (guitarrista do Def Leppard e Dio)
90- Steve Clark (guitarrista do Def Leppard)
91- Mike Portnoy (baterista do Dream Theater, Adrenaline Mob, Winery Dogs, entre outros)
92- Jeff Hanneman (guitarrista do Slayer)
93- Mike Jagger (vocalista dos Rolling Stones)
94- Brian Jones (guitarrista dos Rolling Stones)
95- Rudolf Schenker (guitarrista do Scorpions)
96- Michael Schenker (guitarrista do Scorpions, UFO, entre outros)
97- Paul Ballof (vocalista do Exodus)
98- Steve Zetro Souza (vocalista do Legacy, Exodus e Hatriot)
99- Jerry Only (baixista e vocalista do Misfits)
100- Digão (guitarrista e vocalista dos Raimundos)
101- Iggor Cavalera (baterista do Sepultura e Cavalera Conspiracy)
102- Wagner Lamousier (vocalista do Sarcófago)
103- Scott Ian (guitarrista do Anthrax)
104- Charlie Benante (baterista do Anthrax)
105- Joe Belladonna (vocalista do Anthrax)
106- Eric Peterson (guitarrista do Testament)
107- Alex Skolnick (guitarrista do Testament)
108- Roger Taylor (guitarrista do Queen)
109- Keith Moon (baterista do The Who)
110- Pete Townshend (guitarrista do The Who)
111- Roger Daltrey (vocalista do The Who)
112- Hansi Kürsch (vocalista do Blind Guardian)
113- Jimi Hendrix
114- Ronnie Van Zant (vocalista do Lynyrd Skynyrd)
115- Greg Graffin (vocalista do Bad Religion)
116- Josh Home- (vocalista do Queens Of The Stone Age)
117- Jhonny Rotten (vocalista do Sex Pistols)
118- Biff Byford (vocalista do Saxon)
119- David Lee Roth (vocalista do Van Halen)
120- Bobby Blitz (vocalista do Overkill)
121- Alex Camargo (vocalista e baixista do Krisiun)
122- Alex Lifeson (guitarrista do Rush)
123- Stephen Pearcy (vocalista do Ratt)
124- Robbin Crosby (guitarrista do Ratt)
125- Vince Neil (vocalista do Motley Crue)
126- Mike Patton (vocalista do Faith No More e mais 1073622 projetos)
127- Chris Cornell (vocalista do Soundgarden e Audioslave)
128- Tom Morello (guitarrista do Rage Agaist The Machine e Audioslave)
129- K. K. Downing (guitarrista do Judas Priest)
130- Sebastian Bach (vocalista do Skid Row)
131- UDO (vocalista do Accept)
132- Wolf Hoffmann (guitarrista do Accept)
133- Ian Gillan (vocalista Deep Purple)
134- Jon Lord (tecladista do Deep Purple)
135- Ray Masarek (tecladista do The Doors)
136- Jão (guitarrista do Ratos de Porão)
137- Jabá (guitarrista do Ratos de Porão)
138- Steve Lips (vocalista e guitarrista do Anvil)
139- Jeff Becerra (vocalista do Possessed)
140- Glen Benton (vocalista do Deicide)
141- John Tardy (vocalista do Obituary)
142- Marcelo Pompeu (vocalista do Korzus)
143- Carlos Lopes (vocalista do Dorsal Atlântica)
144- Peter Tägtgren (vocalista do Hypocrisy)
145- Dennis Snake (vocalista do Voivod)
146- Nergal (vocalista do Behemoth)
147- King Diamond (vocalista do King Diamond e Mercyful Fate)
148- Chuck Schuldiner (vocalista do Death)
149- Eric Clapton
150- Paul Di'Anno (vocalista do Iron Maiden)
151- Ritchie Sambora (guitarrista do Bon Jovi)
152- Breat Michaels (vocalista do Poison)
153- Tobias Samment (vocalista do Edguy e Avantasia)
154- David Vicent (baixista e vocalista do Morbid Angel)
155- Dave Murray (guitarrista do Iron Maiden)
156- Nick McBrian (baterista do Iron Maiden)
157- Dave Sabo (guitarrista do Skid Row)
158- Robert Flynn (Machine Head, Violence e Forbidden)
159- David Bowie
160- Chris Barnes (vocalista do Cannibal Corpse)
161- Peter Criss (baterista do Kiss)
162- Bob Dylan
163- Paulo Miklos (Titãs)
164- John Myung (baixista do Dream Theater)
165- Marky Ramone (baterista do Ramones)
166- Michaele Graves (vocalista do Misfits)
167- Kirk Hammet (guitarrista do Metallica)
168- Scott Weiland (vocalista do Stone Temple Pilots)
169- Mick Jones (guitarrista do The Clash)
170- Johan Hegg (vocalista do Amon Amarth)
171- Nick Menza (baterista do Megadeth)
172- Marty Friedman (guitarrista do Megadeth)
173- Nasi ( vocalista do Ira!)
174- Phil Animal Taylor (baterista do Motorhead)
175- Eddie Clarke (guitarrista do Motorhead)
176- Doro Pesch
177- Rick Wakerman (tecladista do Yes)
178- Katon DePena (vocalista do Hirax)
179- Canisso (baixista do Raimundos)
180- André Olbrich (guitarrista do Blind Guardian)
181- Steve Howl (guitarrista do Yes)
182- Edgar Scandurra (guitarrista do Ira!)
183- Mikael Åkerfeldt (vocalista do Opeth)
184- Pit Passarel (baixista do Viper)
185- Richie Kotzen (Winery Dogs, Poison, Mr Big e carreira solo)
186- Billy Sheehan (Mr Big, Winery Dogs, David Lee Roth e carreira solo)
187- Mark Osegueda (vocalista do Death Angel)
188- kerry King (guitarrista do Slayer)
189- Brian Jhonson (vocalista do AC/DC)
190- Serj Tankian (vocalista do System Of A Down)
191- Moyses Kolesne (baterista do Krisiun)
192- Mick Taylor (guitarrista dos Rolling Stones)
193- Steve Vai
194- Mike Sifringer (guitarrista do Destruction)
195- Michael Antonny (baixista do Van Halen)
196- Alex Van Halen (baterista do Van Halen)
197- Steve DiGiorgio (baixista do Testament, Death, Sadus, Autopsy, Iced Earth, entre outros)
198- Paul Bostaph (baterista do Forbidden e Slayer)
199- Joe Satriani
200- Fabio Lione (vocalista Rhapsody e Angra)
sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
ZOOMBIE RITUAL 2014-O WACKEN BRASILEIRO
Amigos, em mais um ano o Zoombie Rital se firma como o maior e melhor festival de Heavy Metal do Brasil. O festival que acontece novamente na cidade de Rio Negrinho, interior de Santa Catarina, vem com um line up de tirar o fôlego de qualquer headbanger. Nomes como Destruction, Onslaught, Belphegor, Incantation, Artillery, Whiplash, Stress, Salario Minimo, Harppia, Krisiun, Sex Thrash, Overdose e NervoChaos vão se apresentar nos 4 dias de festival, 11, 12, 13 e 14 de Dezembro. Você confere todas as informações no site do evento, www.zombieritual.com . Eu pretendo ir, mesmo sendo uma viagem um pouco complicada para quem mora no Rio de Janeiro. Nenhum evento dedicado exclusivamente ao Heavy Metal no Brasil tem tamanha força no seu line up, ano após ano. A organização séria faz o evento crescer cada vez mais, mesmo sendo uma cidade bem distante dos grandes centros. Já passou da hora de um evento forte como este entrar definitivamente no calendário de todos os amantes da música pesada no país. Pensem na possibilidade de fazer uma viagem com carinho, seguramente vai valer a pena!!!
quarta-feira, 28 de maio de 2014
BELPHEGOR CONFIRMA SHOWS O BRASIL
Essa verdadeira entidade do Heavy Metal mundial acaba de confirmar algumas datas de shows no Brasil, no mês de dezembro. Uma data ainda está vaga. Confira o que já está certo:
05.12.2014 - Rio de Janeiro - Local a ser definido
06.12.2014 - São Paulo - Extreme Hate Festival
07.12.2014 - Local a ser definido
12.12.2014 - Curitiba - Zoombie Ritual Open Air
05.12.2014 - Rio de Janeiro - Local a ser definido
06.12.2014 - São Paulo - Extreme Hate Festival
07.12.2014 - Local a ser definido
12.12.2014 - Curitiba - Zoombie Ritual Open Air
terça-feira, 27 de maio de 2014
SUPER PESO BRASIL-UNIDOS POR UM REGISTRO HISTÓRICO
Todos aqui sabem que no blog Coração de Metal, apoiamos incondicionalmente TODOS os artistas no nosso tão amado Brasil que nos brindam com música de qualidade. Faço uso dele para divulgar uma campanha na internet feita para o festival histórico que aconteceu ano passado em São Paulo, lotando o Carioca Club, seja eternizado. O texto a seguir é do baterista do Metalmorphose, André Creiz:
''SE LIGA , GALERAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! SUPER PESO BRASIL no CATARSE Galera, convido todos vocês a escreverem uma página do Metal Nacional. Como? Eu vou explicar: Em Novembro do ano passado rolou o evento SUPER PESO BRASIL no Carioca Club, em São Paulo, unindo 5 bandas lendárias e precursoras de Heavy Metal no Brasil: STRESS, SALÁRIO MÍNIMO, CENTÚRIAS, METALMORPHOSE (da qual faço parte) e TAURUS. O resultado dessa reunião foi maravilhoso, lotação sold-out, produção gringa, um completo revival dos áureos anos 80. Agora as bandas se uniram para que este registro saia em DVD/CD. Organizamos um sistema de financiamento coletivo (o famoso "Crowdfunding") onde você poderá escolher como terá este projeto em mãos por 3 opções (DVD+CD, ou DVD+CD+Camiseta, ou ainda DVD+CD+Camiseta+Book fotográfico com fotos e textos contando sobre esta noite histórica). Quem foi sabe do espetáculo que foi. Quem não foi agora poderá ter este registro em mãos. O nome disto é HISTÓRIA. Faça parte dela A QUALIDADE do material está ABSURDA, a relação custo-benefício está melhor ainda. Temos um prazo para conseguir concluir o arrecadamento, e se caso não conseguirmos atingir o valor, infelizmente o material não será lançado e seu dinheiro será devolvido. Por isso, peço aos meus amigos, fãs e amantes do Heavy Metal bem feito e de coração, PARTICIPEM. Você também pode nos ajudar divulgando, compartilhando, comentando com seus amigos, postando em grupos sobre Heavy Metal. CONTO COM VOCÊS, DE VERDADE. ASSISTAM O VIDEO: http://www.catarse.me/pt/superpesobrasil ''
Vamos fazer a parada acontecer, eu já dei a minha ajuda, acredito em vocês!!!!!
''SE LIGA , GALERAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! SUPER PESO BRASIL no CATARSE Galera, convido todos vocês a escreverem uma página do Metal Nacional. Como? Eu vou explicar: Em Novembro do ano passado rolou o evento SUPER PESO BRASIL no Carioca Club, em São Paulo, unindo 5 bandas lendárias e precursoras de Heavy Metal no Brasil: STRESS, SALÁRIO MÍNIMO, CENTÚRIAS, METALMORPHOSE (da qual faço parte) e TAURUS. O resultado dessa reunião foi maravilhoso, lotação sold-out, produção gringa, um completo revival dos áureos anos 80. Agora as bandas se uniram para que este registro saia em DVD/CD. Organizamos um sistema de financiamento coletivo (o famoso "Crowdfunding") onde você poderá escolher como terá este projeto em mãos por 3 opções (DVD+CD, ou DVD+CD+Camiseta, ou ainda DVD+CD+Camiseta+Book fotográfico com fotos e textos contando sobre esta noite histórica). Quem foi sabe do espetáculo que foi. Quem não foi agora poderá ter este registro em mãos. O nome disto é HISTÓRIA. Faça parte dela A QUALIDADE do material está ABSURDA, a relação custo-benefício está melhor ainda. Temos um prazo para conseguir concluir o arrecadamento, e se caso não conseguirmos atingir o valor, infelizmente o material não será lançado e seu dinheiro será devolvido. Por isso, peço aos meus amigos, fãs e amantes do Heavy Metal bem feito e de coração, PARTICIPEM. Você também pode nos ajudar divulgando, compartilhando, comentando com seus amigos, postando em grupos sobre Heavy Metal. CONTO COM VOCÊS, DE VERDADE. ASSISTAM O VIDEO: http://www.catarse.me/pt/superpesobrasil ''
Vamos fazer a parada acontecer, eu já dei a minha ajuda, acredito em vocês!!!!!
sábado, 24 de maio de 2014
BLACK LABEL SOCIETY-CATACOMBS OF THE BLACK VATICAN
O Black Label Society acaba de lançar o disco mais representativo da sua carreira na minha opinião. A banda liderada por Zakk Wylde já tem 15 anos de história e vários trabalhos relevantes lançados, com destaque para Mafia (2005), Order of the Black (2010) e Shot to Hell (2006), mas para mim nada se compara com o novo Catacombs of the Black Vatican. Aqui você encontra tudo de melhor que a banda já fez nesses 15 anos de história, com extremo bom gosto. Baladas sensacionais, riffs e solos brilhantes e petardos da melhor qualidade, mantendo o altíssimo nível de lançamentos do ano.
Fields of Unforgiveness abre o trabalho de maneira espetacular. O começo é bem Black Label Society, com aquele estilo arrastado que é a marca da banda, mas transbordando peso. Zakk arranja um solo fenomenal no meio da canção, e solta a voz como nunca se viu. My Dying Time foi o primeiro single do disco, e logo me causou a melhor das impressões sobre o que estava por vir. Uma das melhores músicas que a banda já fez, seguramente. A letra é maravilhosa, e o instrumental segue uma linha parecida com a música que abre o cd. Essa será no futuro um dos grandes clássicos da banda, com toda certeza. Novamente, Zakk da uma verdadeira aula de solos. Believe tem um grande riff, e vai ganhando muito peso com o tempo. Ela lembra muito algumas coisas do Soundgarden e Alice In Chains em suas melhores formas. Angel of Mercy é uma balada absolutamente sensacional. A banda sabe muito bem ser melódica na hora certa, e In This River é um grande exemplo disso. Balada de muito bom gosto, daquelas para se criar um mar de isqueiros no show. Depois a banda pisa fundo no acelerador com Heart of Darkness, uma das mais velozes e pesadas do cd. Outro possível clássico para ser extraído do lançamento. Beyond the Down tem um riff absolutamente fantástico, que abre caminho para um Heavy Metal daqueles. Mesmo sendo repetitivo, outro grande destaque. Scars é outra balada grandiosa, possivelmente a melhor da história da banda. Essa é daquelas músicas que te pega de jeito na sua 1a audição, algo realmente fantástico. Damn The Flood tem uma introdução extremamente influenciada pelo Black Sabbath em músicas como Hole in The Sky. Zakk mostra toda a clara influência de Tony Iommi no seu trabalho, e mais uma vez mostra que está com a voz totalmente em dia. Em I've Gone Away a coisa ganha um peso descomunal. A guitarra totalmente distorcida acompanha uma daquelas músicas para você bater a cabeça até de manha, mesmo com a tradicional cadência da banda. Empty Promises tem a bateria de Chad Szeliga em destaque logo de cara, e com a entrada da guitarra sempre marcante de Zakk não deixando por menos. Mais uma grande música. Shades of Grey é mais uma bela balada, para encerrar o disco com chave de ouro. Um dedilhado simples, assim como o resto de instrumental, que deixam para a voz de Zakk o comando das coisas. O resultado é espetacular.
O disco tem todos os ingredientes de um verdadeiro clássico. O ritmo não cai em nenhum momento, todas as músicas são especiais de alguma maneira. O Black Label Society tem shows agendados por aqui em Agosto, e pela grande forma em que a banda se apresenta no disco, podemos ter certeza que os shows prometem. Mais um para os clássicos já lançados esse ano, que ainda nos reserva novos cds de bandas como Judas Priest, Ratos de Porão e Metalmorphose.
Fields of Unforgiveness abre o trabalho de maneira espetacular. O começo é bem Black Label Society, com aquele estilo arrastado que é a marca da banda, mas transbordando peso. Zakk arranja um solo fenomenal no meio da canção, e solta a voz como nunca se viu. My Dying Time foi o primeiro single do disco, e logo me causou a melhor das impressões sobre o que estava por vir. Uma das melhores músicas que a banda já fez, seguramente. A letra é maravilhosa, e o instrumental segue uma linha parecida com a música que abre o cd. Essa será no futuro um dos grandes clássicos da banda, com toda certeza. Novamente, Zakk da uma verdadeira aula de solos. Believe tem um grande riff, e vai ganhando muito peso com o tempo. Ela lembra muito algumas coisas do Soundgarden e Alice In Chains em suas melhores formas. Angel of Mercy é uma balada absolutamente sensacional. A banda sabe muito bem ser melódica na hora certa, e In This River é um grande exemplo disso. Balada de muito bom gosto, daquelas para se criar um mar de isqueiros no show. Depois a banda pisa fundo no acelerador com Heart of Darkness, uma das mais velozes e pesadas do cd. Outro possível clássico para ser extraído do lançamento. Beyond the Down tem um riff absolutamente fantástico, que abre caminho para um Heavy Metal daqueles. Mesmo sendo repetitivo, outro grande destaque. Scars é outra balada grandiosa, possivelmente a melhor da história da banda. Essa é daquelas músicas que te pega de jeito na sua 1a audição, algo realmente fantástico. Damn The Flood tem uma introdução extremamente influenciada pelo Black Sabbath em músicas como Hole in The Sky. Zakk mostra toda a clara influência de Tony Iommi no seu trabalho, e mais uma vez mostra que está com a voz totalmente em dia. Em I've Gone Away a coisa ganha um peso descomunal. A guitarra totalmente distorcida acompanha uma daquelas músicas para você bater a cabeça até de manha, mesmo com a tradicional cadência da banda. Empty Promises tem a bateria de Chad Szeliga em destaque logo de cara, e com a entrada da guitarra sempre marcante de Zakk não deixando por menos. Mais uma grande música. Shades of Grey é mais uma bela balada, para encerrar o disco com chave de ouro. Um dedilhado simples, assim como o resto de instrumental, que deixam para a voz de Zakk o comando das coisas. O resultado é espetacular.
O disco tem todos os ingredientes de um verdadeiro clássico. O ritmo não cai em nenhum momento, todas as músicas são especiais de alguma maneira. O Black Label Society tem shows agendados por aqui em Agosto, e pela grande forma em que a banda se apresenta no disco, podemos ter certeza que os shows prometem. Mais um para os clássicos já lançados esse ano, que ainda nos reserva novos cds de bandas como Judas Priest, Ratos de Porão e Metalmorphose.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
TITÃS-NHEENGATU
Algumas bandas já lançaram trabalhos de absoluto destaque neste ano, como o Behemoth, Hatriot, Black Label Society e o Edguy por exemplo. No mercado nacional, alem do surgimento de uma nova potência do Thrash Metal, o Jackdevil, tivemos o ''retorno'' das duas melhores bandas do Rock nacional, na minha opinião. O Raimundos lançou um disco digno do seus tempos de gloria, e felizmente o mesmo acontece agora com os Titãs.
A banda lançou coisas fantásticas nos anos 80 e inicio dos 90, com Titanomaquia, Jesus Não Tem Dentes No País Dos Bangelas e Cabeça Dinossauro, isso para ficar em poucos nomes. Depois do Titanomaquia, a banda vem enchendo as trilhas sonoras de novelas, o bolso e o nosso saco com baladinhas chatas e que nada tem a ver com os clássicos dos grandes discos. Felizmente, com os shows que a banda fez tocando todo o Cabeça Dinossauro, uma luz bateu na cabeça dos integrantes, que entraram no estúdio para lançar o melhor disco em 20 anos. Nheengatu é recheado de letras com criticas sociais e politicas, com o peso que sempre foi a marca dos Titãs, e que o diferenciou das outras bandinhas meia-boca do BRock nos anos 80.
De cara, uma música bem na linha do maior clássico da banda, Policia. Desta vez, a homenagem aos poliças despreparados, truculentos e corruptos, que formam uma parte considerável da corporação (vale lembrar que, obviamente, existem policiais honestos e que entregam- se de corpo e alma ao oficio para defender a população) vem na música Fardado. Essa é uma das músicas mais pesadas do trabalho, com o instrumental seguindo a letra fortíssima cantada por Sergio Britto e cheio de variações. A parte da letra que fala ''você também é explorado'' para mim resume todo o conceito que eu tenho sobre a Policia. O policial que trabalha com o coração, e depende de um salario péssimo para sustentar a família, é só mais um que sofre nas mãos do governo, o que transforma injustificável a violência gratuita contra seus semelhantes que lutam por melhorias, praticado por uma parte da corporação. Conceitos ideológicos a parte, chega então a música que para mim é a melhor do disco, e seguramente uma das melhores que a banda já fez. Mensageiro da Desgraça tem um ritmo mais lento na parte instrumental, uma bela sacada da banda, e uma letra fenomenal recitada por Paulo Miklos. Eu já escutei a música incontáveis vezes, e versos como ''Cansei da fome, do crack. Da miséria e da cachaça. Cansei de ser humilhado'' ficam na sua cabeça o dia inteiro. A letra não tem onde ser mais realista, e acaba ganhando peso com a força do tema que ela aborda. Branco Melo assume os vocais na ótima Republica dos Bananas. O ritmo é mais dançante, e a letra continua sendo uma critica social a rotina na qual os brasileiros são submetidos. Fala,Renata tem um ótimo riff feito por Tony Bellotto, cantada por Sergio Britto, que tem uma forte influência de ritmos nordestinos misturado com passagens 'rockeiras''. Cadáver Sobre Cadáver é outra canção fantástica do disco. O ritmo é bem interessante, misturado com a voz de Paulo Miklos e a letra genial. A música diz basicamente que todos somos iguais, e ninguém é melhor que o outro só por suas escolhas de vida. Uma bela mensagem para todos que se acham superiores aos demais. Depois temos a cover de Canalha, do cantor Walter Franco, o que mostra a diversidade e o enorme conhecimento musical da banda. Pedofilia tem uma pegada bem Queens of the Stone Age, e ganha muito peso no refrão cantado com toda força por Sergio Britto, o tradicional responsável pelos vocais em músicas mais pesadas dos Titãs. Seguindo mais ou menos a mesma pegada, vem a maravilhosa Chegada Ao Brasil (Terra à Vista). Branco Mello canta outra letra pra lá de realista, sobre o que é o Brasil há pelo menos 514 anos. Eu Me Sinto Bem segue um instrumental que mistura a cadência do Ska com a velocidade do Punk/Hardcore. Ela é interessante, mas passa sem muito destaque no meio de tanta música espetacular. Flores Pra Ela critica os homens que tem uma relação de total dominação em relação a sua mulher, batendo e tratando a mesma como uma escrava ou coisa assim, e depois tentando apagar com presentes caros, fingindo que nada aconteceu. Não Pode mostra as restrições a quase tudo nessa vida imposta pela nossa sociedade, com um certo peso que dá à música um aspecto interessante. Senhor é uma sutil critica religiosa aos que fazem de tudo e pedem perdão a deus, com um instrumental muito interessante. Baião de Dois é bem pesada, e conta com uma letra marcante sobre como tudo acaba sempre na mesma por aqui, outro dos destaques do disco. Para encerrar, temos Quem São Os Animais, com uma letra fenomenal que critica todos os tipos de preconceitos que existem na nossa sociedade, com um peso fuderoso.
Assim acaba um grande cd de Rock, com letras contestadoras e muito peso. Os Titãs realmente não lançavam há tempos algo tão bom. No momento fraquíssimo da nossa cena rockeira nacional, é de extrema importância que bandas como Raimundos e Titãs lancem trabalhos tão fortes. Isso veio na hora em que mais precisávamos, porque enquanto o Heavy Metal vai muito bem, o Rock N'Roll ''mainstream'' vai muito mal. Existe uma enorme incoerência no que é chamado ou não de Rock nos dias de hoje, e uma banda que conquistou tudo o que os Titãs conquistaram neste cenário precisava dar uma resposta dessas. Esperamos que de onde saiu isso, venha muito mais da garotada, que se influêncie menos por Restart, Fresno, Nx Zero e Detonautas, e mais por Titãs, velho e novo.
A banda lançou coisas fantásticas nos anos 80 e inicio dos 90, com Titanomaquia, Jesus Não Tem Dentes No País Dos Bangelas e Cabeça Dinossauro, isso para ficar em poucos nomes. Depois do Titanomaquia, a banda vem enchendo as trilhas sonoras de novelas, o bolso e o nosso saco com baladinhas chatas e que nada tem a ver com os clássicos dos grandes discos. Felizmente, com os shows que a banda fez tocando todo o Cabeça Dinossauro, uma luz bateu na cabeça dos integrantes, que entraram no estúdio para lançar o melhor disco em 20 anos. Nheengatu é recheado de letras com criticas sociais e politicas, com o peso que sempre foi a marca dos Titãs, e que o diferenciou das outras bandinhas meia-boca do BRock nos anos 80.
De cara, uma música bem na linha do maior clássico da banda, Policia. Desta vez, a homenagem aos poliças despreparados, truculentos e corruptos, que formam uma parte considerável da corporação (vale lembrar que, obviamente, existem policiais honestos e que entregam- se de corpo e alma ao oficio para defender a população) vem na música Fardado. Essa é uma das músicas mais pesadas do trabalho, com o instrumental seguindo a letra fortíssima cantada por Sergio Britto e cheio de variações. A parte da letra que fala ''você também é explorado'' para mim resume todo o conceito que eu tenho sobre a Policia. O policial que trabalha com o coração, e depende de um salario péssimo para sustentar a família, é só mais um que sofre nas mãos do governo, o que transforma injustificável a violência gratuita contra seus semelhantes que lutam por melhorias, praticado por uma parte da corporação. Conceitos ideológicos a parte, chega então a música que para mim é a melhor do disco, e seguramente uma das melhores que a banda já fez. Mensageiro da Desgraça tem um ritmo mais lento na parte instrumental, uma bela sacada da banda, e uma letra fenomenal recitada por Paulo Miklos. Eu já escutei a música incontáveis vezes, e versos como ''Cansei da fome, do crack. Da miséria e da cachaça. Cansei de ser humilhado'' ficam na sua cabeça o dia inteiro. A letra não tem onde ser mais realista, e acaba ganhando peso com a força do tema que ela aborda. Branco Melo assume os vocais na ótima Republica dos Bananas. O ritmo é mais dançante, e a letra continua sendo uma critica social a rotina na qual os brasileiros são submetidos. Fala,Renata tem um ótimo riff feito por Tony Bellotto, cantada por Sergio Britto, que tem uma forte influência de ritmos nordestinos misturado com passagens 'rockeiras''. Cadáver Sobre Cadáver é outra canção fantástica do disco. O ritmo é bem interessante, misturado com a voz de Paulo Miklos e a letra genial. A música diz basicamente que todos somos iguais, e ninguém é melhor que o outro só por suas escolhas de vida. Uma bela mensagem para todos que se acham superiores aos demais. Depois temos a cover de Canalha, do cantor Walter Franco, o que mostra a diversidade e o enorme conhecimento musical da banda. Pedofilia tem uma pegada bem Queens of the Stone Age, e ganha muito peso no refrão cantado com toda força por Sergio Britto, o tradicional responsável pelos vocais em músicas mais pesadas dos Titãs. Seguindo mais ou menos a mesma pegada, vem a maravilhosa Chegada Ao Brasil (Terra à Vista). Branco Mello canta outra letra pra lá de realista, sobre o que é o Brasil há pelo menos 514 anos. Eu Me Sinto Bem segue um instrumental que mistura a cadência do Ska com a velocidade do Punk/Hardcore. Ela é interessante, mas passa sem muito destaque no meio de tanta música espetacular. Flores Pra Ela critica os homens que tem uma relação de total dominação em relação a sua mulher, batendo e tratando a mesma como uma escrava ou coisa assim, e depois tentando apagar com presentes caros, fingindo que nada aconteceu. Não Pode mostra as restrições a quase tudo nessa vida imposta pela nossa sociedade, com um certo peso que dá à música um aspecto interessante. Senhor é uma sutil critica religiosa aos que fazem de tudo e pedem perdão a deus, com um instrumental muito interessante. Baião de Dois é bem pesada, e conta com uma letra marcante sobre como tudo acaba sempre na mesma por aqui, outro dos destaques do disco. Para encerrar, temos Quem São Os Animais, com uma letra fenomenal que critica todos os tipos de preconceitos que existem na nossa sociedade, com um peso fuderoso.
Assim acaba um grande cd de Rock, com letras contestadoras e muito peso. Os Titãs realmente não lançavam há tempos algo tão bom. No momento fraquíssimo da nossa cena rockeira nacional, é de extrema importância que bandas como Raimundos e Titãs lancem trabalhos tão fortes. Isso veio na hora em que mais precisávamos, porque enquanto o Heavy Metal vai muito bem, o Rock N'Roll ''mainstream'' vai muito mal. Existe uma enorme incoerência no que é chamado ou não de Rock nos dias de hoje, e uma banda que conquistou tudo o que os Titãs conquistaram neste cenário precisava dar uma resposta dessas. Esperamos que de onde saiu isso, venha muito mais da garotada, que se influêncie menos por Restart, Fresno, Nx Zero e Detonautas, e mais por Titãs, velho e novo.
domingo, 18 de maio de 2014
SHOW DO RAIMUNDOS-CIRCO VOADOR-RIO DE JANEIRO
Ontem foi a vez do Rio de Janeiro receber o Raimundos pela 1a vez depois do lançamento do ótimo Cantigas de Roda. Já pude assistir a banda incontáveis vezes, e o show é sempre especial. O Circo Voador, a casa dos Raimundos no Rio de Janeiro, estava lotado. Uma maioria de bangers usando camisas de tudo quanto é tipo de banda, e aquela playboyzada de sempre que vai ouvir Mulher de Fases, Me Lambe, etc. Felizmente os verdadeiros fãs da banda eram ampla maioria, e já estavam com as músicas novas na ponta da língua, e com uma disposição impressionante para o mosh. A alegria de todos com o grande lançamento deles era evidente, e a empolgação era enorme para ver isso ao vivo.
A abertura foi com a nova Gato da Rosinha, uma das melhores do cd. O mosh já estava insano, e piorou quando a banda mandou o clássico Nega Jurema, uma maravilha encontrada no 1o disco da banda. Depois veio a tal da Mulher de Feses, aquela música que se rolar antes de um show do Luan Santana todos conhecem e cantam junto, e que desperta vários ''fãs'' da banda durante o show que você nem sabe de onde saíram. Depois do frisson causado pelo hit, veio a ótima nova Baculejo. Ela já é a mais conhecida do Cantigas, seguindo uma linha mais acessível de músicas que a banda sabe fazer muito bem. Então é hora de um outro clássico, O Pão da Minha Prima, presente no Lavô Ta Novo, o maravilhoso 2o disco da banda. Impressiona o fato de como a música caiu no gosto de todos os fãs da banda. A gratíssima surpresa veio na versão Raimundos para 20 e Poucos Anos do cantor brega Fabio Jr, feita para um seriado da antiga MTV que levava esse nome. A versão caiu no gosto dos fãs da banda e virou um marco nos shows já no final da ''era Rodolfo''. Fazia tempo que ela não aparecia nas apresentações da banda, e foi muito bem aceita por todos. Me Lambe para mim é completamente dispensável, mas leva os fãs mais almofadinhas ao delírio sempre que tocada pela banda. Mais novidade, agora com Gordelícia, dedicada as gordinhas tão apreciadas por Digão. Mestre Canisso complementa falando que quem gosta de osso é cachorro vira-lata. Dubmundos, para mim a música mais fraca do novo cd, é escolhida de maneira muito equivocada pela banda, podendo muito bem ser substituída por músicas como Cachorrinha e Cera Quente, que não foram lembradas. Ela coloca o pé no freio de maneira muito brusca, diminuindo a pilha dos fãs de Hardcore que botam fogo no mosh durante todo o show. Palhas do Coqueiro vem para colocar novamente a quinta marcha, e abrir uma roda daquelas, tradição sempre que a banda toca essa música. Mais uma da obra-prima da banda, que completou 20 anos nessa semana e merecia ter sido mais lembrada no show. Em sequencia, o clássico Esporrei Na Manivela bota todo mundo para cantar junto com Digão, já que ela é uma das melhores músicas da banda. A energia causada pelas músicas mais velozes vindas dos primeiros discos da banda é única, e nenhum sucesso fm consegue igualar-se a isso. Rafael e Descendo na Banguela, duas grandes músicas do novo álbum aparecem, e agitam com um ritmo frenético. A bomba explode em Eu Quer Ver O Oco, uma verdadeira unanimidade, amada por todo o público heterogêneo da banda. Essa é a hora em que o mosh sai do controle. Aquela, presente dos Autoramas para a banda, é bem legal ao vivo, apesar de ser um pouco lenta. Em sequencia, I Saw You Saying, a melhor das modinhas da banda, é sempre legal de ser ouvida ao vivo. Já A Mais Pedida já deu a muito tempo, ouvi-la nos shows é sempre cansativo e uma verdadeira perda de tempo. Vem então a gratíssima surpresa Mato Véio, a espetacular abertura do disco Só No Forévis, que há tempos não aparecia nos shows da banda. Para mim esse foi o grande momento da apresentação. Os fãs mais antigos da banda não acreditavam, se sentindo novamente naqueles show da bombástica turnê do Forévis, que lotava as maiores casas de shows do Brasil. Para manter o clima lá no alto, vieram as novas Bop e Nó Suino, peso na medida certa e de ótimo gosto para apresentações ao vivo. Deixa Eu Falar, mais uma maravilha do Só no Forévis fecha muito bem a 1a parte do show. A volta foi surpreendente, com Canisso cantando simplesmente BOCA DE LATA, que surpreendeu a todos os presentes. O improviso que aparece nos esconderijos do Só no Forévis levou os fãs a loucura, ainda mais com a interpretação de Canisso. Como a música não exige instrumentos, apenas ele estava no palco. Quando ela acabou, Canisso resolve simplesmente dar um mosh na galera, que vai a loucura com isso. O Circo Voador inteiro vai pra cima do mestre, mal deixando o mesmo retornar ao palco. Depois disso, obviamente todos pediram para que Digão fizesse o mesmo. Ele tentou explicar que o povo não aguentaria os 120 kilinhos de sua silhueta, mas foi inútil. Ele acabou se jogando também, quase causando um efeito dominó por causa da comoção do público em se aproximar dele. Acabei dando um grande abraço no Digão quando ele retornava ao palco, um momento especial para mim. Para fechar a festa, o público clamou por moshs de Marquim e Caio, que atenderam prontamente ao chamado. Depois de irem literalmente para os braços do povo, vem o cover para a maravilhosa Poison Heart dos Ramones. Digão fala o que todos já sabem, como sem os Ramones, ninguem estaria ali naquela noite. Vem então a chatíssima Reggae do Manero, outra que já deu. O encerramento vem no clássico Puteiro Em João Pessoa, o maior hino da banda, que sempre causa uma catarse nos presentes.
O show foi bem legal, mas infelizmente as músicas novas entraram no lugar de clássicos como Tora Tora, Opa Perai Caceta, Repente, Marujo, entre outras velharias que são indispensáveis em shows dos Raimundos. Enquanto isso, Me Lambe, Mulher de Fases, Reggae do Manero e A Mais Pedida continuam ocupando espaço, não saindo por nada do set de todas as apresentações da banda. Pense bem, se Tora Tora foi sacada, porque não tirar ao menos uma dessas ai? Se o Iron Maiden já se deu ao luxo de fazer turnês recentes sem tocar Run To The Hills e Hallowed Be Thy Name, custaria alguma coisa aos Raimundos trocar Reggae do Manero por Cintura Fina ou Minha Cunhada? Mesmo assim, o saldo foi extremamente positivo. Os clássicos tocados pela banda empolgam sempre, e as escolhas de Mato Veio e Nega Jurema foram bem acertadas. Mesmo assim, apresentações recentes no Circo Voador, com direito a Lavô Ta Novo todo por exemplo, foram bem superiores ao show de ontem. Mesmo com tudo isso, Raimundos é sempre diversão garantida, e curtir um show desses ao lado de vários amigos e da minha namorada é realmente especial.
A abertura foi com a nova Gato da Rosinha, uma das melhores do cd. O mosh já estava insano, e piorou quando a banda mandou o clássico Nega Jurema, uma maravilha encontrada no 1o disco da banda. Depois veio a tal da Mulher de Feses, aquela música que se rolar antes de um show do Luan Santana todos conhecem e cantam junto, e que desperta vários ''fãs'' da banda durante o show que você nem sabe de onde saíram. Depois do frisson causado pelo hit, veio a ótima nova Baculejo. Ela já é a mais conhecida do Cantigas, seguindo uma linha mais acessível de músicas que a banda sabe fazer muito bem. Então é hora de um outro clássico, O Pão da Minha Prima, presente no Lavô Ta Novo, o maravilhoso 2o disco da banda. Impressiona o fato de como a música caiu no gosto de todos os fãs da banda. A gratíssima surpresa veio na versão Raimundos para 20 e Poucos Anos do cantor brega Fabio Jr, feita para um seriado da antiga MTV que levava esse nome. A versão caiu no gosto dos fãs da banda e virou um marco nos shows já no final da ''era Rodolfo''. Fazia tempo que ela não aparecia nas apresentações da banda, e foi muito bem aceita por todos. Me Lambe para mim é completamente dispensável, mas leva os fãs mais almofadinhas ao delírio sempre que tocada pela banda. Mais novidade, agora com Gordelícia, dedicada as gordinhas tão apreciadas por Digão. Mestre Canisso complementa falando que quem gosta de osso é cachorro vira-lata. Dubmundos, para mim a música mais fraca do novo cd, é escolhida de maneira muito equivocada pela banda, podendo muito bem ser substituída por músicas como Cachorrinha e Cera Quente, que não foram lembradas. Ela coloca o pé no freio de maneira muito brusca, diminuindo a pilha dos fãs de Hardcore que botam fogo no mosh durante todo o show. Palhas do Coqueiro vem para colocar novamente a quinta marcha, e abrir uma roda daquelas, tradição sempre que a banda toca essa música. Mais uma da obra-prima da banda, que completou 20 anos nessa semana e merecia ter sido mais lembrada no show. Em sequencia, o clássico Esporrei Na Manivela bota todo mundo para cantar junto com Digão, já que ela é uma das melhores músicas da banda. A energia causada pelas músicas mais velozes vindas dos primeiros discos da banda é única, e nenhum sucesso fm consegue igualar-se a isso. Rafael e Descendo na Banguela, duas grandes músicas do novo álbum aparecem, e agitam com um ritmo frenético. A bomba explode em Eu Quer Ver O Oco, uma verdadeira unanimidade, amada por todo o público heterogêneo da banda. Essa é a hora em que o mosh sai do controle. Aquela, presente dos Autoramas para a banda, é bem legal ao vivo, apesar de ser um pouco lenta. Em sequencia, I Saw You Saying, a melhor das modinhas da banda, é sempre legal de ser ouvida ao vivo. Já A Mais Pedida já deu a muito tempo, ouvi-la nos shows é sempre cansativo e uma verdadeira perda de tempo. Vem então a gratíssima surpresa Mato Véio, a espetacular abertura do disco Só No Forévis, que há tempos não aparecia nos shows da banda. Para mim esse foi o grande momento da apresentação. Os fãs mais antigos da banda não acreditavam, se sentindo novamente naqueles show da bombástica turnê do Forévis, que lotava as maiores casas de shows do Brasil. Para manter o clima lá no alto, vieram as novas Bop e Nó Suino, peso na medida certa e de ótimo gosto para apresentações ao vivo. Deixa Eu Falar, mais uma maravilha do Só no Forévis fecha muito bem a 1a parte do show. A volta foi surpreendente, com Canisso cantando simplesmente BOCA DE LATA, que surpreendeu a todos os presentes. O improviso que aparece nos esconderijos do Só no Forévis levou os fãs a loucura, ainda mais com a interpretação de Canisso. Como a música não exige instrumentos, apenas ele estava no palco. Quando ela acabou, Canisso resolve simplesmente dar um mosh na galera, que vai a loucura com isso. O Circo Voador inteiro vai pra cima do mestre, mal deixando o mesmo retornar ao palco. Depois disso, obviamente todos pediram para que Digão fizesse o mesmo. Ele tentou explicar que o povo não aguentaria os 120 kilinhos de sua silhueta, mas foi inútil. Ele acabou se jogando também, quase causando um efeito dominó por causa da comoção do público em se aproximar dele. Acabei dando um grande abraço no Digão quando ele retornava ao palco, um momento especial para mim. Para fechar a festa, o público clamou por moshs de Marquim e Caio, que atenderam prontamente ao chamado. Depois de irem literalmente para os braços do povo, vem o cover para a maravilhosa Poison Heart dos Ramones. Digão fala o que todos já sabem, como sem os Ramones, ninguem estaria ali naquela noite. Vem então a chatíssima Reggae do Manero, outra que já deu. O encerramento vem no clássico Puteiro Em João Pessoa, o maior hino da banda, que sempre causa uma catarse nos presentes.
O show foi bem legal, mas infelizmente as músicas novas entraram no lugar de clássicos como Tora Tora, Opa Perai Caceta, Repente, Marujo, entre outras velharias que são indispensáveis em shows dos Raimundos. Enquanto isso, Me Lambe, Mulher de Fases, Reggae do Manero e A Mais Pedida continuam ocupando espaço, não saindo por nada do set de todas as apresentações da banda. Pense bem, se Tora Tora foi sacada, porque não tirar ao menos uma dessas ai? Se o Iron Maiden já se deu ao luxo de fazer turnês recentes sem tocar Run To The Hills e Hallowed Be Thy Name, custaria alguma coisa aos Raimundos trocar Reggae do Manero por Cintura Fina ou Minha Cunhada? Mesmo assim, o saldo foi extremamente positivo. Os clássicos tocados pela banda empolgam sempre, e as escolhas de Mato Veio e Nega Jurema foram bem acertadas. Mesmo assim, apresentações recentes no Circo Voador, com direito a Lavô Ta Novo todo por exemplo, foram bem superiores ao show de ontem. Mesmo com tudo isso, Raimundos é sempre diversão garantida, e curtir um show desses ao lado de vários amigos e da minha namorada é realmente especial.
Assinar:
Postagens (Atom)

