O ex-baterista do Slayer, que deixou a banda ano passado, aparentemente por causa de questões financeiras, fez duras criticas aos antigos companheiros. Lombado estranhou a postura de Kerry King e Tom Araya durante o funeral de Jeff Hanneman. Araya não foi, fato que revoltou Lombardo, que mesmo com todos os problemas recentes (na época da morte de Jeff), compareceu. Quanto a Kerry King, Lombardo não gostou da maneira como ele discursou, segundo o baterista ''me decepcionei com as histórias contadas por Kerry King, centradas na sua pessoa, ao invés de descrever o ser humano que Jeff foi”. Lombardo também respondeu as recentes declarações dadas por Araya, que descreve Lombardo como ''apenas um músico contratado''. Ele responde falando “É doente. Deixei o grupo em 1992, para ficar em casa por conta do nascimento do meu filho. Um show em que pretendia em ausentar mudou todo o curso da história. Se não fosse por mim, não haveria Slayer. Eu que propus a Kerry que formássemos a banda. Acho que esqueceram disso”.
Para quem não viveu o problema, caso dos fãs, é impossível dar palpite sobre quem está certo, ou errado. Isso só os 3 podem nos responder, mas o fato é que Dave Lombardo é um dos maiores bateristas da história, os maiores discos do Slayer são com ele na bateria (incluindo os recentes Christ Illusion e World Painted Blood) e ele é uma peça fundamental na banda, mesmo tendo um substituto do nível de Paul Bostaph. Picuinhas desse tipo só são boas para programas de fofoca, quando no Rock N'Roll aparecem, mostram que tem algo muito errado com os envolvidos, a banda no caso, que desde então parece perdida. A atual formação é espetacular, o show do Rock In Rio foi digno do Slayer, mas tem muita coisa lá que falta ser esclarecida. Nos resta torcer para que o talento supere todos os problemas internos, e que o resultado seja mais uma grande obra de Thrash Metal. Quanto a Lombardo, esperamos que ele de uma grande continuidade na sua brilhante carreia, como fez Mike Portnoy, pois sabemos que o baterista ainda tem muito a nos oferecer.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
PAUL STANLEY DESCE O SARRAFO NO ROCK N ROLL HALL OF SHAME
Finalmente, o RNRHOF se lembrou da existência do Kiss. Depois de receber muitas críticas por ter passado tantos anos ignorando nomes como Rush, Deep Purple, Def Leppard e Kiss, e premiando gente como LL Coll J e Madonna, a ''entidade'' está aos poucos reparando essas injustiças históricas. Mas mesmo assim, Paul Stanley não está satisfeito com isso, e com total razão, faz duras críticas ao premio. Mesmo assim, ele comenta que não deixa de estar honrado pelo fato de estar no mesmo ''clube'' de Rollng Stone, Beatles, The Who e Led Zeppelin. Paul também fala sobre Peter Criss e Ace Frehley, ex-integrantes da banda que devem ir na cerimônia. Confira o que disse Paul, em entrevista a revista Classic Rock:
Você se sentiu honrado por ter sido indicado ao Rock And Roll Hall Of Fame?
Não, isso foi feito de má vontade e porque se tornara absolutamente ridículo que eles continuassem nos ignorando. A maioria das pessoas não percebem que o Rock And Roll Hall Of Fame é uma organização privada e cujos votantes são auto-nomeados. É um caso perfeito de percepção se tornando realidade. As pessoas ouvem 'Rock And Roll Hall Of Fame' e acham que tem credibilidade. Então, se alguém merece o título, isso tem de ser pesado junto com quem o indica ao título. Então, é uma honra ser nomeado? Não. Isso significa muito para os fãs e eu entendo isso porque é reconhecimento para eles. Então, por essa razão eu aceito feliz o prêmio em nome dos fãs. Meus sentimentos divergentes sobre o Rock And Roll Hall Of Fame não mudaram nada. A sua atitude é elitista e não reflete o público. O Rock Hall reflete um pequeno grupo que dita quem satisfaz os critérios que eles consideram que seja 'rock and roll'. Eu sempre senti que o espírito do rock and roll significa não só ignorar seus críticos, mas ignorar seus pares e fazer o seu próprio caminho. Eu acho que nós temos feito isso muito bem, com poucas exceções, durante 40 anos. Então esse mesmo critério é que nos manteve fora, quando deveria ter nos colocado dentro. Eu penso um pouco e também percebo uma certa arrogância dentro desse grupo. No entanto eu olho para alguns dos homenageados, e qualquer clube que tem Jimmy Page, Eric Clapton e The Who e os Beatles e os Stones é um grupo a que eu não posso achar ruim pertencer. Meus sentimentos não tem nada a ver com qualquer um deles, puramente tem a ver com um sistema que eu acho que está contaminado, corrompido e distorcido.
Você está ansioso para tocar?
''Honestamente, eu não tenho planos no momento para fazer qualquer coisa, e isso inclui tocar com Ace e Peter ou qualquer outra pessoa. Meu plano no momento é ir e aceitar o prêmio. Mais alguma coisa, vamos ver como a coisa se desdobra. Foi interessante para mim, ou ofensivo a mim, que, quando a questão foi abordada sobre a indução de membros adicionais, isso foi colocado de lado imediatamente, o que para mim é arrogante. As pessoas que se sentam atrás de mesas precisam respeitar as pessoas que estão realmente convocados ou possíveis convocados. Assim, o fato de que há 30 ou 40 ou 50 ou algum número absurdo de membros do Grateful Dead incluídos, e o fato de que todos os Chili Peppers, incluindo pessoas que tocaram nos primeiros álbuns não são incluídos, o fato de que John Rutsey, o baterista no primeiro álbum do Rush não é incluído, o fato de que Rob Trujillo, que é um grande cara, mas não tocou em qualquer um dos álbuns clássicos do Metallica, foi incluído depois de estar na banda seis anos, me faz pensar "quais são as regras?" Se as regras não se aplicam a todos, então eles não são regras.''
Você se sentiu honrado por ter sido indicado ao Rock And Roll Hall Of Fame?
Não, isso foi feito de má vontade e porque se tornara absolutamente ridículo que eles continuassem nos ignorando. A maioria das pessoas não percebem que o Rock And Roll Hall Of Fame é uma organização privada e cujos votantes são auto-nomeados. É um caso perfeito de percepção se tornando realidade. As pessoas ouvem 'Rock And Roll Hall Of Fame' e acham que tem credibilidade. Então, se alguém merece o título, isso tem de ser pesado junto com quem o indica ao título. Então, é uma honra ser nomeado? Não. Isso significa muito para os fãs e eu entendo isso porque é reconhecimento para eles. Então, por essa razão eu aceito feliz o prêmio em nome dos fãs. Meus sentimentos divergentes sobre o Rock And Roll Hall Of Fame não mudaram nada. A sua atitude é elitista e não reflete o público. O Rock Hall reflete um pequeno grupo que dita quem satisfaz os critérios que eles consideram que seja 'rock and roll'. Eu sempre senti que o espírito do rock and roll significa não só ignorar seus críticos, mas ignorar seus pares e fazer o seu próprio caminho. Eu acho que nós temos feito isso muito bem, com poucas exceções, durante 40 anos. Então esse mesmo critério é que nos manteve fora, quando deveria ter nos colocado dentro. Eu penso um pouco e também percebo uma certa arrogância dentro desse grupo. No entanto eu olho para alguns dos homenageados, e qualquer clube que tem Jimmy Page, Eric Clapton e The Who e os Beatles e os Stones é um grupo a que eu não posso achar ruim pertencer. Meus sentimentos não tem nada a ver com qualquer um deles, puramente tem a ver com um sistema que eu acho que está contaminado, corrompido e distorcido.
Você está ansioso para tocar?
''Honestamente, eu não tenho planos no momento para fazer qualquer coisa, e isso inclui tocar com Ace e Peter ou qualquer outra pessoa. Meu plano no momento é ir e aceitar o prêmio. Mais alguma coisa, vamos ver como a coisa se desdobra. Foi interessante para mim, ou ofensivo a mim, que, quando a questão foi abordada sobre a indução de membros adicionais, isso foi colocado de lado imediatamente, o que para mim é arrogante. As pessoas que se sentam atrás de mesas precisam respeitar as pessoas que estão realmente convocados ou possíveis convocados. Assim, o fato de que há 30 ou 40 ou 50 ou algum número absurdo de membros do Grateful Dead incluídos, e o fato de que todos os Chili Peppers, incluindo pessoas que tocaram nos primeiros álbuns não são incluídos, o fato de que John Rutsey, o baterista no primeiro álbum do Rush não é incluído, o fato de que Rob Trujillo, que é um grande cara, mas não tocou em qualquer um dos álbuns clássicos do Metallica, foi incluído depois de estar na banda seis anos, me faz pensar "quais são as regras?" Se as regras não se aplicam a todos, então eles não são regras.''
Você pretende trazer Ace e Peter no palco com você para receber o prêmio?
Claro, não há o que pensar, Ace e Peter merecem este momento nos holofotes. Não estaríamos aqui sem eles. Nós não poderíamos ter construído o que construímos sem eles na base. E não poderíamos ter construído o que nós construímos sem um monte de pessoas que os seguiram.Nós não poderíamos estar aqui sem eles embora nós não poderíamos estar aqui hoje com eles. Então, com certeza, é claro que eles merecem estar lá em cima
Fonte- www.whiplash.net
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
EMPRESA ESPECIALIZADA EM MÚSICA DE PENDRIVE/BOATE COMPRA 50% DA MARCA ROCK IN RIO (FEDEEEEU!!!)
A empresa norte-americana SFX acaba de comprar 50% da marca Rock In Rio, pelo valor de 150 milhões de Reais. A empresa é especializada em eventos de música eletrônica. Podemos nos preparar para um festival cheio de David Guettas, e seus malditos amigos, fora o adorável público de boate. Vamos torcer para que isso não aconteça, e tenhamos uma edição digna dos 30 anos de festival, completos em 2015.
PAUL DI'ANNO ANUNCIA SHOWS NO BRASIL
O primeiro vocalista do Iron Maiden, que gravou com a banda seus dois primeiros álbuns, Iron Maiden e Killers, ambos clássicos do Heavy Metal, marcou dois shows no Brasil. As apresentações acontecem dia 12 de março, no Dark Side Rock Bar em Vinhedo e dia 14 de março no Motorcycle Rock Cruise. O cantor disse que esses shows não puderam ser encaixados na agenda da última turnê de Paul por aqui, no ano passado. Infelizmente, eu não pude ir no show que rolou no Rio De Janeiro, tive que escolher entre ele e o Sodom, mas torço para que Paul passe novamente por aqui, já que se trata de um dos meus maiores ídolos.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
10 MÚSICAS QUE PODERIAM ESTAR NO SETLIST DO METALLICA, MAS NÃO ESTÃO
Com a proximidade da apresentação do Metallica no Morumbi, e expectativa está enorme, mas desta vez, a alegria de ver a minha banda preferida está junta de uma pequena tristeza de termos desperdiçado uma grande oportunidade. Tivemos a chance única de escolher as músicas que o Metallica vai tocar, mas preferimos ouvir as mesmas de sempre, e uma ou outra novidade. O set tem algumas qualidades, como Wherever I May Roam, ..And Justice For All e The Unforgiven, mas ficamos presos em músicas perfeitamente substituíveis, como Fuel, Enter Sandman e Nothing Else Matters, que sempre são lembradas pela banda. Ai vão 10 clássicos que poderíamos escutar nesse show, mas lamentavelmente não vamos:
Metal Militia - Kill Em All
Phanton Lord - Kill Em All
Trapped Under Ice - Ride The Lightning
Escape - Ride The Lightning
The Thing That Shoud Not Be - Master Of Puppet
Dispossable Heroes - Master Of Puppets
Orion - Master Of Puppets
To Live Is To Die - ...And Justice For All
My Ffriend Of Misery - Black Album
The God That Failled - Black Album
ENTREVISTA AZUL LIMÃO
Meus amigos, eu estou extremamente honrado em ter conseguido publicar uma carta, devidamente respondida pelo mito do ''jornalismo rockeiro'' Ricardo Batalha, nas sagradas páginas da Roadie Crew. Eu mandei ela no dia seguinte ao da entrevista que fiz com a banda Azul Limão, comentando sobre ela e a importância que a revista tem para nós, apaixonados pelo Rock N'Roll. Nessa carta, cheguei a citar esse blog, que eu faço com muita paixão a cada post, sempre falando sobre essas pessoas tão importantes em nossas vidas, que são os nossos ídolos. Em homenagem a essa carta, e a enorme felicidade de ter o meu nome escrito na revista, aqui está o vídeo da entrevista, para quem ainda não viu:
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
CLIFF BURTON
Uma famosa música diz que ''meus heróis morreram de overdose''. Eu posso dizer que o meu herói, maior ídolo na música, morreu em um trágico acidente de ônibus, enquanto exercia a sua profissão. Se estivesse vivo, hoje Cliff Burton, eterno baixista do Metallica, completaria 52 anos de vida. Ele era conhecido como o Hippie do metal, por causa do seu estilo despojado de se vestir, e da sua leveza de espírito. Ele amava a música em geral, sendo um grande estudioso dela. Cliff começou a se interessar pela música clássica, depois pelo Jazz e o Heavy Metal que o consagrou. Cliff começou a praticar baixo com 3 anos de idade, por influência do irmão, estudando muito o instrumento, até chegar no nível de excelência pelo qual ficou conhecido. Antes do Metallica, Burton tocou no Easy Street, Agents Of Misfortune e Trauma, sua última banda antes do Metallica.
Num belo dia, o Trauma se apresentava no Whiskey A Go Go, famosa casa de shows em Los Angeles. Na platéia, tínhamos James Hetfield e Lars Ulrich, que ficaram impressionados com a técnica do baixista. O Metallica ainda não tinha lançado o seu disco de estréia, e contava com Ron McGovney no baixo. Hetfield e Ulrich não estavam muito satisfeitos com o trabalho do Ron, e convidaram Burton para ser baixista da banda. Depois de muita conversa, Cliff aceitou a proposta, pedindo para que a banda fosse para São Francisco (exigência fundamental para a história do Thrash Metal). O Metallica ainda contava com Dave Mustaine nas guitarras, que pouco tempo depois foi chutado da banda, dando lugar a Kirk Hammett.
Hetfield, Ulrich, Burton e Hammett gravaram 3 clássicos absolutos do Heavy Metal, e para muitos os maiores lançamentos do Metallica. O disco de estréia, Kill Em All, trazia um peso único, e um novo estilo de se tocar Heavy Metal, o Thrash Metal. Muito influenciado por bandas da chamada NWOBHM, pelas quais Lars era fanático, o som ainda trazia influencia de bandas Punks, em especial o Misfits, que Cliff amava. Essa combinação trouxe um som rápido e direto, no qual as bandas da cidade de São Francisco, em sua chamada Bay Area, eram especialistas. De lá saíram Exodus, Testament, Forbidden, Death Angel, entre outras inúmeras bandas, transformando o lugar em algo sagrado para os fãs do estilo. Músicas como Hit The Lights, Metal Militia, Seek And Destroy e Jump In The Fire faziam a molecada da Bay Area pirar, e a banda foi ganhando notoriedade. Para o segundo álbum, a banda se ''sofisticou''. Ride The Lightning apresenta músicas mais longas e trabalhadas, e até a balada Fade To Black, que deixou muito Headbanger mais xiita de cabelo em pé. O álbum alcançou um sucesso ainda maior, trazendo verdadeiros clássicos, como Creeping Death, Ride The Lightning e From Whom The Bell Tolls, esse último com uma aula de baixo de Burton. Em Master Of Puppets o Metallica seguiu com as mesmas idéias, só que com uma qualidade ainda maior nas composições. O resultado foi um trabalho ainda mais sofisticado e espetacular.
A banda estava no auge, terminando uma série de shows pela Europa na cidade de Estocolmo, na Suécia. O Metallica só fazia crescer, mas infelizmente um duro golpe estava para atingir a banda. Eles estavam indo para a Dinamarca, terra natal de Lars, descansar. Durante a viagem, por motivos até hoje não esclarecidos, o ônibus da banda capotou, esmagando Cliff, que morreu no local. O mesmo havia trocado de cama com Kirk, já que ganhou na carta a ''melhor cama do ônibus''. Ali acabava a vida de um gênio, que só precisou de 24 anos para ser lembrado por toda a eternidade.
Num belo dia, o Trauma se apresentava no Whiskey A Go Go, famosa casa de shows em Los Angeles. Na platéia, tínhamos James Hetfield e Lars Ulrich, que ficaram impressionados com a técnica do baixista. O Metallica ainda não tinha lançado o seu disco de estréia, e contava com Ron McGovney no baixo. Hetfield e Ulrich não estavam muito satisfeitos com o trabalho do Ron, e convidaram Burton para ser baixista da banda. Depois de muita conversa, Cliff aceitou a proposta, pedindo para que a banda fosse para São Francisco (exigência fundamental para a história do Thrash Metal). O Metallica ainda contava com Dave Mustaine nas guitarras, que pouco tempo depois foi chutado da banda, dando lugar a Kirk Hammett.
Hetfield, Ulrich, Burton e Hammett gravaram 3 clássicos absolutos do Heavy Metal, e para muitos os maiores lançamentos do Metallica. O disco de estréia, Kill Em All, trazia um peso único, e um novo estilo de se tocar Heavy Metal, o Thrash Metal. Muito influenciado por bandas da chamada NWOBHM, pelas quais Lars era fanático, o som ainda trazia influencia de bandas Punks, em especial o Misfits, que Cliff amava. Essa combinação trouxe um som rápido e direto, no qual as bandas da cidade de São Francisco, em sua chamada Bay Area, eram especialistas. De lá saíram Exodus, Testament, Forbidden, Death Angel, entre outras inúmeras bandas, transformando o lugar em algo sagrado para os fãs do estilo. Músicas como Hit The Lights, Metal Militia, Seek And Destroy e Jump In The Fire faziam a molecada da Bay Area pirar, e a banda foi ganhando notoriedade. Para o segundo álbum, a banda se ''sofisticou''. Ride The Lightning apresenta músicas mais longas e trabalhadas, e até a balada Fade To Black, que deixou muito Headbanger mais xiita de cabelo em pé. O álbum alcançou um sucesso ainda maior, trazendo verdadeiros clássicos, como Creeping Death, Ride The Lightning e From Whom The Bell Tolls, esse último com uma aula de baixo de Burton. Em Master Of Puppets o Metallica seguiu com as mesmas idéias, só que com uma qualidade ainda maior nas composições. O resultado foi um trabalho ainda mais sofisticado e espetacular.
A banda estava no auge, terminando uma série de shows pela Europa na cidade de Estocolmo, na Suécia. O Metallica só fazia crescer, mas infelizmente um duro golpe estava para atingir a banda. Eles estavam indo para a Dinamarca, terra natal de Lars, descansar. Durante a viagem, por motivos até hoje não esclarecidos, o ônibus da banda capotou, esmagando Cliff, que morreu no local. O mesmo havia trocado de cama com Kirk, já que ganhou na carta a ''melhor cama do ônibus''. Ali acabava a vida de um gênio, que só precisou de 24 anos para ser lembrado por toda a eternidade.
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